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HistóriaO CEJO Centro de Estudos Judiciários foi criado pelo Decreto-Lei n.º 374-A/79, de 10 de Setembro, como estabelecimento dotado de personalidade jurídica, na dependência do Ministro da Justiça, destinado à formação profissional de magistrados judiciais e do Ministério Público e, complementarmente, a desenvolver acções formativas relativamente a advogados, candidatos à advocacia e a solicitadores, a pedido dos respectivos órgãos representativos, bem como a ministrar cursos de aperfeiçoamento para funcionários de justiça. A actividade do CEJ no domínio da formação profissional de magistrados iniciou-se em 1980. A missão formativa do CEJ foi alargada pelo Decreto-Lei n.º 146-A/84, de 9 de Maio, à formação profissional de conservadores e notários e à realização de acções formativas no quadro das Direcções-Gerais dos Serviços Prisionais e dos Serviços Tutelares de Menores e do Instituto de Reinserção Social. Pelo mesmo diploma, passa a constituir também missão do CEJ realizar investigação na área da sua actividade formativa. A Lei n.º 16/98, de 8 de Abril, passou a regular a estrutura e funcionamento do Centro de Estudos Judiciários a partir de 9 de Abril de 1998, revogando o citado Decreto-Lei nº 374-A/79, de 10 de Setembro, com as alterações que lhe haviam sido introduzidas pelos Decretos-Leis n.ºs 264-A/81, de 3 de Setembro, 146-A/84, de 9 de Maio, 404/88, de 9 de Novembro, 23/92, de 21 de Fevereiro, e 395/93, de 24 de Novembro. Para uma perspectiva mais abrangente sobre a formação de magistrados, desde a criação do Centro de Estudos Judiciários, consulte:
Diretores do Centro de Estudos Judiciários desde a sua criação:
- Professor Doutor António Pedro Barbas Homem (2011 - 2016) - Juiz Conselheiro João Manuel da Silva Miguel (desde 2016)
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